Fernando Mansur - colunistaSABRINA NICOLAZZI
Tenho lido e refletido muito sobre a morte. Um rico material de apoio é oferecido pelos livros teosóficos, principalmente os de Helena Blavatsky. Mas há outras fontes idôneas igualmente valiosas.
Parece certo que a maioria de nós teme a morte, creio que principalmente pelas noções errôneas que nos incutiram. Hoje entendo que é fundamental desmistificarmos certas distorções, para que tenhamos uma vida mais plena agora e depois. Esta citação de Blavatsky é bem realista e até poética:
“A vida na Terra é verdadeiramente como um dia passado num vale profundo, rodeado por todos os lados por altas montanhas e com um céu nublado e tempestuoso acima das nossas cabeças. As colinas altas escondem-nos todos os horizontes e as nuvens escuras ocultam o sol. É apenas no final do dia tempestuoso que a luz do sol, rompendo pelas fendas das rochas, nos oferece a luz gloriosa, permitindo-nos vislumbrar ocasionalmente as coisas à nossa volta, atrás e à nossa frente”.
“A vida na Terra é verdadeiramente como um dia passado num vale profundo, rodeado por todos os lados por altas montanhas e com um céu nublado e tempestuoso acima das nossas cabeças. As colinas altas escondem-nos todos os horizontes e as nuvens escuras ocultam o sol. É apenas no final do dia tempestuoso que a luz do sol, rompendo pelas fendas das rochas, nos oferece a luz gloriosa, permitindo-nos vislumbrar ocasionalmente as coisas à nossa volta, atrás e à nossa frente”.
Hoje há disponíveis no mundo, filmes, vídeos e uma vasta literatura com dados esclarecedores sobre a morte e as experiências de quase morte. Temos, portanto, a oportunidade de nos embasar e de nos preparar para esse momento tão crucial e sagrado. Uma coisa é notória e aceita cada vez mais, mesmo nos meios científicos: a consciência continua após a morte, embora possa não existir autoconsciência para os materialistas convictos.
O Brasil é um país profundamente religioso e místico e quem nasce aqui tem uma boa chance de aprender sobre vida e morte, sob diferentes aspectos e pontos de vista.
Se tivermos interesse e coragem de buscar respostas, é bem provável que as encontremos. Lembrete: Colhemos na nossa vida após a morte apenas o fruto daquilo que semeamos nesta. “Aquilo que o homem semear...” Paz e progresso a todos os seres!

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.