Arte coluna Além da Vida 30 maio 2026Arte Paulo Márcio
O narcisismo é marcado em pessoas com um padrão de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia. Pessoas com essas características superestimam suas habilidades e frequentemente exploram os outros em benefício próprio. Embora pareçam autoconfiantes, costumam esconder uma extrema fragilidade emocional e sensibilidade a críticas.
Para identificar o perfil, as características são as seguintes:
Grandiosidade: sensação exagerada de autoimportância. Acreditam ser únicas, superiores e que devem se associar apenas a pessoas de "alto nível".
Falta de empatia: dificuldade ou recusa genuína em reconhecer e se importar com os sentimentos, necessidades ou sofrimentos alheios.
Necessidade de admiração: exigem atenção constante e validação, esperando ser tratadas como especiais em qualquer situação.
Exploração interpessoal: relacionamentos costumam ser superficiais e baseados em como a outra pessoa pode servir aos seus interesses ou inflar seu ego.
Sensação de merecimento: esperam tratamento favorável automático e obediência cega às suas expectativas.
Inveja e arrogância: Frequentemente, sentem inveja dos outros ou acreditam que os outros têm inveja delas. Comportamentos esnobes ou arrogantes são comuns.
Falta de empatia: dificuldade ou recusa genuína em reconhecer e se importar com os sentimentos, necessidades ou sofrimentos alheios.
Necessidade de admiração: exigem atenção constante e validação, esperando ser tratadas como especiais em qualquer situação.
Exploração interpessoal: relacionamentos costumam ser superficiais e baseados em como a outra pessoa pode servir aos seus interesses ou inflar seu ego.
Sensação de merecimento: esperam tratamento favorável automático e obediência cega às suas expectativas.
Inveja e arrogância: Frequentemente, sentem inveja dos outros ou acreditam que os outros têm inveja delas. Comportamentos esnobes ou arrogantes são comuns.
Esses traços podem se manifestar de formas diferentes — desde o tipo grandioso (extrovertido e dominante) até o vulnerável (mais vitimista e passivo-agressivo). Na visão espírita, o narcisismo é classificado como uma grave enfermidade da alma, decorrente do orgulho e da vaidade extremas O comportamento narcisista reflete o estágio de um espírito ainda imperfeito e profundamente iludido pelas aparências da matéria.
Características do narcisista sob a ótica espírita:
Espíritos endurecidos: apresentam inteligência desenvolvida, mas profunda ausência de sensibilidade no coração.
Vampirismo emocional: sugam a energia psíquica e o bem-estar de suas vítimas para alimentar o próprio ego e suas ilusões de grandeza.
Falta de empatia: possuem extrema dificuldade em amar o próximo, agindo quase sempre por interesse e conveniência.
Uso de máscaras: podem usar disfarces morais de "pessoas de bem" e até o nome de Deus para manipular indivíduos ingênuos ou de caráter fraco.
Alimentação do ego: incapazes de sentir gratidão genuína, constroem dinâmicas onde todos ao redor devem servi-los sem receber nada em troca.
O transtorno não surge do nada; representa a repetição de abusos de poder, privilégios e egocentrismo cultivados em encarnações passadas. Por se acharem perfeitos, esses espíritos raramente buscam ajuda voluntária; sua transformação real costuma ocorrer após sucessivas reencarnações expiatórias e provações dolorosas.
Vampirismo emocional: sugam a energia psíquica e o bem-estar de suas vítimas para alimentar o próprio ego e suas ilusões de grandeza.
Falta de empatia: possuem extrema dificuldade em amar o próximo, agindo quase sempre por interesse e conveniência.
Uso de máscaras: podem usar disfarces morais de "pessoas de bem" e até o nome de Deus para manipular indivíduos ingênuos ou de caráter fraco.
Alimentação do ego: incapazes de sentir gratidão genuína, constroem dinâmicas onde todos ao redor devem servi-los sem receber nada em troca.
O transtorno não surge do nada; representa a repetição de abusos de poder, privilégios e egocentrismo cultivados em encarnações passadas. Por se acharem perfeitos, esses espíritos raramente buscam ajuda voluntária; sua transformação real costuma ocorrer após sucessivas reencarnações expiatórias e provações dolorosas.
O recomendado é a autoaceitação e autodefesa, compreendendo que perdoar não significa submeter-se ao abuso. Manter o equilíbrio emocional, estabelecer limites firmes e orar pela assistência espiritual dessas pessoas são as melhores formas de evitar a sintonia com suas vibrações desreguladas

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