Espíritos "maus" existem porque todos os espíritos são criados simples e ignorantes. Cada um se encontra num estágio diferente de evolução moral e intelectual. O mal não é uma invenção personificada como o demônio, mas sim, a ausência do bem e da sabedoria.
Deus criou todas as almas iguais, sem preferência. O ponto de partida é a ignorância total, e o ponto final é a perfeição. Os espíritos considerados maus são, na verdade, espíritos jovens ou atrasados, que ainda não compreenderam as leis de amor e justiça. Eles estão no início de sua jornada evolutiva e mudarão no futuro.
Cada espírito possui a liberdade de escolher o seu próprio caminho e as suas ações. Alguns utilizam o livre-arbítrio para tomar decisões equivocadas, cultivando o orgulho, o egoísmo, a inveja e o apego material. Essas escolhas os mantêm temporariamente em faixas vibratórias de sofrimento e maldade.
A morte do corpo físico não altera o caráter de ninguém. Uma pessoa que desencarna sendo egoísta, violenta ou vingativa continua exatamente com a mesma mentalidade no mundo espiritual. Ela passa a ser um "espírito mau" ou obsessor apenas porque mantém os mesmos defeitos que tinha enquanto estava viva.
A morte do corpo físico não altera o caráter de ninguém. Uma pessoa que desencarna sendo egoísta, violenta ou vingativa continua exatamente com a mesma mentalidade no mundo espiritual. Ela passa a ser um "espírito mau" ou obsessor apenas porque mantém os mesmos defeitos que tinha enquanto estava viva.
A presença e a ação desses espíritos na Terra servem como prova ou expiação para os seres humanos. Deus permite essa interação para exercitar a paciência, a vigilância e a capacidade de perdoar dos encarnados. Nenhum espírito está condenado ao mal eterno. Pela lei da reencarnação, todos passarão por quantas vidas forem necessárias para reparar seus erros, se arrepender e aprender.
Na visão espírita, o espírito de Adolf Hitler está sujeito às leis universais de causa e efeito (carma) e de evolução espiritual, sem a existência de penas eternas ou inferno mitológico. Médiuns brasileiros detalham o tratamento espiritual dado a ele. O relato mais conhecido no meio espírita sobre o paradeiro de Hitler foi compartilhado por Geraldo Lemos Neto, que atribuiu as informações a conversas com o médium Chico Xavier.
Logo após sua morte, as Altas Esferas teriam determinado que o espírito de Hitler ficasse retido em uma colônia de reestruturação espiritual localizada na atmosfera do planeta Plutão. A sentença espiritual inicial previa um período de mil anos terrenos de absoluto isolamento e reflexão, para que ele pudesse tomar consciência da extensão de seus atos.
Ao desencarnar, o espírito de Mahatma Gandhi teria intercedido por Hitler junto a Jesus. Gandhi solicitou permissão para cuidar de Hitler, atraindo-o pelo amor e compaixão para acelerar seu processo de regeneração. Todo o sofrimento gerado pelo ditador se reverte em dor e expiação para o próprio espírito em suas etapas de erraticidade (vida no mundo espiritual) e em futuras encarnações.
Na visão espírita, o espírito de Adolf Hitler está sujeito às leis universais de causa e efeito (carma) e de evolução espiritual, sem a existência de penas eternas ou inferno mitológico. Médiuns brasileiros detalham o tratamento espiritual dado a ele. O relato mais conhecido no meio espírita sobre o paradeiro de Hitler foi compartilhado por Geraldo Lemos Neto, que atribuiu as informações a conversas com o médium Chico Xavier.
Logo após sua morte, as Altas Esferas teriam determinado que o espírito de Hitler ficasse retido em uma colônia de reestruturação espiritual localizada na atmosfera do planeta Plutão. A sentença espiritual inicial previa um período de mil anos terrenos de absoluto isolamento e reflexão, para que ele pudesse tomar consciência da extensão de seus atos.
Ao desencarnar, o espírito de Mahatma Gandhi teria intercedido por Hitler junto a Jesus. Gandhi solicitou permissão para cuidar de Hitler, atraindo-o pelo amor e compaixão para acelerar seu processo de regeneração. Todo o sofrimento gerado pelo ditador se reverte em dor e expiação para o próprio espírito em suas etapas de erraticidade (vida no mundo espiritual) e em futuras encarnações.
Nós, reencarcionistas, rejeitamos a condenação definitiva. Mesmo os espíritos que cometeram crimes graves têm a oportunidade de evolução e reparação. Para evoluir, Hitler precisará reencarnar inúmeras vezes em condições expiatórias. Ele deverá servir e proteger diretamente as parcelas da humanidade que outrora prejudicou ou dizimou.
O tempo que um espírito leva no sofrimento depende do seu próprio arrependimento. A dor espiritual cessa ou diminui à medida que o indivíduo desperta para o bem e aceita reparar seus erros.

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