Segundo Chico Xavier, Exu não é o “demônio” ou uma força do mal, mas sim, um espírito em evolução que atua como trabalhador, protetor e guardião da lei nas regiões espirituais mais densas.
A relação entre Exu, Chico Xavier e a Doutrina Espírita se estruturada em quatro pilares fundamentais:
1. Respeito absoluto à Umbanda
Chico Xavier sempre demonstrou profundo respeito pelas religiões de matriz africana. Ele sempre afirmou que a Umbanda tinha legitimidade espiritual: os praticantes da Umbanda veneram a Deus e aos seus emissários utilizando outros nomes. Chico defendia que o bem e a caridade se manifestam em qualquer lugar onde o nome de Deus seja pronunciado com sinceridade.
2. Equivalência de conceitos
É verdade que Allan Kardec e André Luiz não utilizavam a palavra "Exu" em seus livros fundamentais, mas descrevem perfeitamente o papel dessas entidades por meio de outras nomenclaturas.
O que a Umbanda chama de Exu, a literatura espírita clássica chama de espíritos protetores, sentinelas ou operários que trabalham nas zonas de sofrimento (como as regiões umbralinas). São espíritos protetores e guardiões.
São espíritos focados na disciplina, na ordem e no cumprimento das leis divinas. Eles contêm excessos, desfazem trabalhos de magia negativa e auxiliam no resgate de almas perdidas nas trevas.
3. A Visão dos mentores (Emmanuel)
O mentor espiritual de Chico Xavier, Emmanuel, sempre orientou a que não houvesse preconceito com as linhas de trabalho espiritual. Na visão trazida pela literatura psicografada, esses espíritos não são perfeitos ou totalmente puros, mas são voluntários dedicados à caridade prática. Eles utilizam a densidade fluídica que possuem para atuar de forma mais direta e próxima à crosta terrestre, servindo de "escudo" contra investidas obsessivas graves.
4. Desmistificação do "Mal"
Chico Xavier ajudou a quebrar o preconceito histórico que associava falsamente Exu à figura do diabo judaico-cristão. Para nós, reencarnacionistas, o diabo não existe como um ser criado para o mal eterno. Existem apenas espíritos imperfeitos que, mais cedo ou mais tarde, irão evoluir. Exu se enquadra nessa categoria de espíritos em franca evolução que escolheram o caminho do trabalho e do amparo ao próximo para resgatar o próprio passado.
A relação entre Exu, Chico Xavier e a Doutrina Espírita se estruturada em quatro pilares fundamentais:
1. Respeito absoluto à Umbanda
Chico Xavier sempre demonstrou profundo respeito pelas religiões de matriz africana. Ele sempre afirmou que a Umbanda tinha legitimidade espiritual: os praticantes da Umbanda veneram a Deus e aos seus emissários utilizando outros nomes. Chico defendia que o bem e a caridade se manifestam em qualquer lugar onde o nome de Deus seja pronunciado com sinceridade.
2. Equivalência de conceitos
É verdade que Allan Kardec e André Luiz não utilizavam a palavra "Exu" em seus livros fundamentais, mas descrevem perfeitamente o papel dessas entidades por meio de outras nomenclaturas.
O que a Umbanda chama de Exu, a literatura espírita clássica chama de espíritos protetores, sentinelas ou operários que trabalham nas zonas de sofrimento (como as regiões umbralinas). São espíritos protetores e guardiões.
São espíritos focados na disciplina, na ordem e no cumprimento das leis divinas. Eles contêm excessos, desfazem trabalhos de magia negativa e auxiliam no resgate de almas perdidas nas trevas.
3. A Visão dos mentores (Emmanuel)
O mentor espiritual de Chico Xavier, Emmanuel, sempre orientou a que não houvesse preconceito com as linhas de trabalho espiritual. Na visão trazida pela literatura psicografada, esses espíritos não são perfeitos ou totalmente puros, mas são voluntários dedicados à caridade prática. Eles utilizam a densidade fluídica que possuem para atuar de forma mais direta e próxima à crosta terrestre, servindo de "escudo" contra investidas obsessivas graves.
4. Desmistificação do "Mal"
Chico Xavier ajudou a quebrar o preconceito histórico que associava falsamente Exu à figura do diabo judaico-cristão. Para nós, reencarnacionistas, o diabo não existe como um ser criado para o mal eterno. Existem apenas espíritos imperfeitos que, mais cedo ou mais tarde, irão evoluir. Exu se enquadra nessa categoria de espíritos em franca evolução que escolheram o caminho do trabalho e do amparo ao próximo para resgatar o próprio passado.

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