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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam 2026 atentos a um tema que pesa no orçamento: o calendário de pagamento do 13º salário. Até agora, o Governo Federal ainda não confirmou oficialmente as datas, mas a expectativa de antecipação volta a ganhar força, seguindo o modelo adotado nos últimos anos.
Tradicionalmente pago em duas parcelas, o 13º do INSS tem sido liberado no primeiro semestre desde 2020, como forma de estimular a economia e oferecer alívio financeiro aos segurados logo no início do ano. Caso o governo repita a estratégia, a primeira parcela deve cair entre abril e maio, com a segunda prevista para maio ou junho. A confirmação, no entanto, depende de decreto presidencial.
Se houver antecipação, a primeira parcela será paga sem descontos, enquanto os abatimentos legais, como o Imposto de Renda para quem é obrigado a declarar, ficam concentrados na segunda parte do pagamento. Essa dinâmica costuma beneficiar principalmente quem usa o valor para quitar dívidas, custear despesas médicas ou reforçar o orçamento doméstico.
Têm direito ao 13º salário os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios previdenciários, como auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade. Já quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou a Renda Mensal Vitalícia não entra na lista, pois se tratam de benefícios assistenciais, sem previsão de abono anual.
Enquanto o calendário oficial não é divulgado, os segurados podem acompanhar o cronograma regular de pagamentos dos benefícios, organizado de acordo com o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador. A consulta pode ser feita pelo aplicativo ou site Meu INSS, além da central telefônica 135.
A expectativa agora se volta para os próximos meses. Assim que o governo anunciar oficialmente as datas, milhões de aposentados e pensionistas poderão organizar melhor as finanças de 2026 — ano que já começa com mudanças importantes nas regras previdenciárias e no custo de vida.
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