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Paulistana de 37 anos é escolhida Miss Rua

Paulistana Jéssica Reis é escolhida Miss Rua
Paulistana Jéssica Reis é escolhida Miss Rua Wanderson Cruz / Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio
Concurso Miss Rua, no Imperator
Concurso Miss Rua, no Imperator Wanderson Cruz/Eu Rio

Rio - O lançamento do projeto Senhoras do Calendário 2019 contou com a realização do concurso Miss Rua, promovido pelo produtor Eduardo Araúju em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos – por meio do Projeto Circulando.

Na ocasião, 13 mulheres que vivem em situação de rua desfilaram no palco da casa de shows após passar por uma oficina de modelos ministrada pelo produtor. Maquiadas e produzidas, todas foram contempladas com faixas que faziam uma alusão a um traço de sua personalidade, tal como Miss Alegria, Miss Atitude, Miss Simpatia, entre outros. As mulheres também foram submetidas a um júri que escolheu a paulistana Jéssica Reis, de 37 anos, como a Miss Rua.  

Mãe de quatro filhos, Jéssica está na rua há quatro meses, desde que ficou desempregada. “Eu comecei a ter muito conflito familiar e decidi vir viver a minha vida”, contou ela, que também é viciada em cocaína: “Estou fazendo tratamento, sonho ter uma vida normal”.

“Não se trata de um concurso de beleza. É um grito de socorro. É difícil mensurar a vida do outro. E elas são pessoas com sonhos tão simples. Eram 20 concorrentes e seis não conseguiram chegar por conta do vício das drogas. Uma veio, mas teve uma queda de pressão por conta da crise de abstinência no camarim e não pôde participar. Para minha carreira de produtor de modelos, foi um grande presente participar dessa iniciativa”, contou emocionado, Eduardo Araúju, que, ao apresentar cada uma das modelos, leu uma pequena ficha na qual era possível saber há quanto tempo cada uma estava em situação de rua, se tinha filhos e quais seus sonhos: “Achei importante dar visibilidade para a história delas”.