2019-03-08 - AGÊNCIA DE NOTÍCIAS/PARCEIRO - Atividades em comemoração ao mês da mulher, onde foi firmada parceria para ampliar os serviços públicos e lançamento da campanha de valorização "Mulher Você Pode", contou com a participação da modelo Luiza Brunet, realizado no auditório Espaço da Cidadania "André Franco Montoro", localizado no pátio do colégio, região central de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (08). Foto: Paulo Guereta/Parceiro/Agência O Dia
2019-03-08 - AGÊNCIA DE NOTÍCIAS/PARCEIRO - Atividades em comemoração ao mês da mulher, onde foi firmada parceria para ampliar os serviços públicos e lançamento da campanha de valorização "Mulher Você Pode", contou com a participação da modelo Luiza Brunet, realizado no auditório Espaço da Cidadania "André Franco Montoro", localizado no pátio do colégio, região central de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (08). Foto: Paulo Guereta/Parceiro/Agência O DiaPaulo Guereta/Parceiro/Agência O Dia
Por O Dia
Rio - Luiza Brunet revelou  que já abandonou trabalhos nos tempos em que modelava como modelo por se recusar a fazer sexo com seus empregadores. Em entrevista ao Gshow, neste domingo, a musa dos anos 80 e 90 ainda relembrou caso de violêmica doméstica e contou que, aos 59 anos, a qualidade do sexo é "muito boa".
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"Era naturalizado os contratantes quererem fazer o teste do sofá. Na minha época, a gente tinha que se safar da maneira que achava correta, me posicionava. Muitas vezes abandonei trabalho no meio, porque não admitia que eu tivesse que fazer teste do sofá", relembrou.
Violência doméstica
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Na entrevista, Luiza ainda relembrou as agressões físicas sofridas por parte de seu ex-marido, o empresário Lírio Parisotto. Ele demorou quatro anos para ser condenado e enquadrado na Lei Maria da Penha. 
"Você é colocada à prova o tempo todo, por mulheres e homens que tentam desqualificar sua denúncia e escrevem nas redes sociais que você está dando golpe, mentindo”, disse, em entrevista ao Gshow.
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Sexo depois dos 50
A modelo compartilhou, ainda, como anda sua vida sexual depois dos 50 anos. Disse que é muito importante e um "um prazer insubstituível".
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"Tenho 59 anos, o sexo sempre foi bom, sempre fui uma pessoa muito sexualizada. Não vejo nenhum pré-requisito para que a gente possa ser feliz e ter muitos orgasmos na vida madura, disse, em entrevista ao Gshow.