Paulo CoelhoDivulgação

Por O Dia
Rio - Paulo Coelho esbanjou sinceridade ao dar sua opinião sobre o "super pedido de impeachment" apresentado contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na última quarta-feira (30), por entidades e parlamentares de diferentes alas ideológicas. O escritor de 73 anos reconhece sua postura contrária ao posicionamento de amigos quando afirma que a ação é um desperdício de esforços.
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"Embora eu vá contra todos os meus amigos aqui, penso que o impeachement não tem condição de passar", começou o membro da Academia Brasileira de Letras. "É um erro gastar energia nisso, quando vemos que o genocida está sangrando aos poucos - e isso é muito melhor", declarou em tweet publicado nesta sexta-feira (2).
"Cada vez que o genocida abre a boca, perde eleitores. É o chamado Impeachement Oral", argumentou o escritor. Ao ser questionado por um internauta, Coelho apontou que, se aprovado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o processo pode fortalecer a imagem de Bolsonaro, caso o presidente não seja destituído de seu cargo.
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