Rio - Reginaldo Faria, de 87 anos, participou do "É de Casa", da TV Globo, neste sábado (18), e falou sobre o remake de "Vale Tudo", com estreia prevista para este ano. Intérprete do inescrupuloso Marco Aurélio, vice-presidente do grupo Almeida Roitman, no folhetim originalmente exibido em 1988, o ator contou que recebeu uma ligação de Alexandre Nero, que viverá o personagem na nova versão da trama, e ficou honrado com a atitude do ator. Ele ainda comentou que pretende assistir à produção.
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"Vou (assistir), claro, principalmente porque o Alexandre ligou para mim. Telefonou para minha casa dia desses e disse: 'Reginaldo, queria te perguntar quais foram os recursos que você buscou para encontrar esse personagem'", contou o veterano.
"Eu disse: 'Eu não me lembro, porque eu já vivia dentro desse processo, a sociedade já era massacrada pelo problema que a gente vivia. O que eu fiz foi colocar a minha sensibilidade dentro disso. Agora, acho que você não deve procurar olhar para meu personagem para se inspirar. Busque você, na sua sensibilidade, no seu talento'. Ele tem realmente muito talento. Ele me agradeceu e fiquei muito honrado de saber que ele me telefonou", acrescentou Reginaldo.
Como lembrar de #ValeTudo sem mencionar o icônico "Marco Aurélio"? Reginaldo Faria revive momentos marcantes da novela que fez história na TV e nos prepara para o 'remake' que está chegando na tela da Glô. Quem mais já está contando os dias pra essa grande estreia? pic.twitter.com/jedV98FnN8
"Vale Tudo" gira em torno do conflito entre mãe e filha, Raquel (Taís Araújo) e Maria de Fátima (Bella Campos), sobre se é possível ou não ser muito bem-sucedido e, ao mesmo tempo, honesto no Brasil. O embate entre elas vai mobilizar todos os núcleos da trama, provocando enfrentamentos éticos, histórias de amor e encontro de mundos diferentes que habitam uma mesma cidade, o Rio de Janeiro.
A história ganha atualizações na estética, na abordagem de temas e em desdobramentos da trama: o clássico bordão "Quem matou Odete Roitman?" promete novo frisson com a possibilidade de um desfecho diferente em 2025.