Dicas de autocuidado, bem-estar e acompanhamento médico para cada etapa da menopausaReprodução/Internet

Olá, meninas!
Sabia que hoje é o Dia Mundial da Menopausa? Pois é! E, mais do que uma simples data no calendário, esse dia serve pra gente falar — sem tabu e com muito carinho — sobre um assunto que faz parte da vida de toda mulher que menstrua.
A menopausa não é uma “doença”, nem o fim de nada. É apenas uma nova fase, um recomeço cheio de transformações que merecem atenção, informação e, claro, autocuidado.

Antes de chegar nela de vez, a gente passa pela chamada perimenopausa, uma transição que pode durar de cinco a sete anos (sim, o corpo vai se preparando aos pouquinhos). Nessa fase, é comum o ciclo menstrual mudar — às vezes vem mais curto, às vezes mais longo, ou até dá uma sumida. Tudo isso é o organismo avisando que está entrando em um novo ritmo.

A ginecologista Loreta Canivilo explica que a menopausa é oficialmente confirmada quando a mulher fica doze meses seguidos sem menstruar, geralmente entre os 45 e 55 anos. Mas os sinais costumam aparecer antes — e quem já passou por isso sabe bem: aquelas ondas de calor repentinas (os famosos fogachos), suor noturno, alterações no sono, mudanças de humor, secura vaginal e até ansiedade podem dar as caras.

E aqui vai uma coisa importante: cada mulher vive essa fase de um jeito único. Não existe regra nem fórmula mágica. O ideal é ter um acompanhamento médico pra entender o que o corpo precisa e escolher o tratamento mais adequado. Em alguns casos, a terapia de reposição hormonal pode ajudar, mas há também alternativas naturais e mudanças de estilo de vida que fazem toda a diferença — como se alimentar melhor, fazer atividade física, cuidar da saúde emocional e prevenir doenças como osteoporose e problemas cardíacos.

O recado da Dra. Loreta é claro: não enfrente isso sozinha. Ainda existe muito silêncio e preconceito quando o assunto é menopausa, e muitas mulheres acabam achando que precisam “aguentar firme” sem buscar ajuda. Mas não precisa ser assim! Informação, acompanhamento e uma rede de apoio transformam essa fase em um momento de autoconhecimento e bem-estar.
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