Por outro lado, houve aumento na taxa de desemprego em oito e estabilidade em outras trêsMarcelo Camargo / Agência Brasil

A taxa de desemprego caiu em 16 Unidades da Federação na passagem do segundo trimestre para o terceiro trimestre deste ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, houve aumento em oito, e estabilidade em outras três.

O instituto pondera que algumas dessas variações ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, por isso não são consideradas estatisticamente significativas. Houve quedas de forma estatisticamente significativa em apenas duas das 27 Unidades da Federação no período.

Na média nacional, a taxa de desemprego caiu de 5,8% no segundo trimestre de 2025 para 5,6% no terceiro trimestre. Em São Paulo, a taxa de desemprego passou de 5,1% para 5,2% no período.

No terceiro trimestre de 2025, as maiores taxas de desocupação foram as de Pernambuco (10%), Amapá (8,7%) e Bahia (8,5%), enquanto as menores ocorreram em Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso (2,3%), Rondônia (2,6%) e Espírito Santo (2,6%).
Mulheres e homens
O desemprego entre as mulheres permanecia consideravelmente mais elevado do que entre os homens no País no terceiro trimestre de 2025.

A taxa de desemprego foi de 4,5% para os homens no terceiro trimestre, ante um resultado de 6,9% para as mulheres. Na média nacional, a taxa de desocupação foi de 5,6% no período.

Por cor ou raça, a taxa de desemprego ficou abaixo da média nacional para os brancos, em 4,4%, muito aquém do resultado para os pretos (6,9%) e pardos (6,3%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto foi de 9,8%, mais que o triplo do resultado para as pessoas com nível superior completo, cuja taxa foi de 3,0%.