Meta do programa Minha Casa, Minha Vida foi atingida um ano antes do previstoEvelen Gouvêa
As informações do Ministério das Cidades indicam que, no recorte anual no Rio de Janeiro, são 22,1 mil unidades concluídas em 2023, 22,1 mil em 2024 e 17,3 mil em 2025, além de 1,8 mil já finalizadas e entregues no início de 2026.Em todo o País, são 1,4 milhão de unidades finalizadas e entregues pelo programa habitacional desde 2023.
“Eu tenho o compromisso de um dia zerar o déficit habitacional, porque todo e qualquer brasileiro vai ter o seu ninho para cuidar da família. O Minha Casa, Minha Vida é o maior programa habitacional já feito neste país. Sabemos que temos que construir muito mais, porque cada vez que a gente para de construir aumenta a quantidade de pessoas sem casa neste país”, ressaltou o presidente Lula durante entrega de unidades em Maceió, em janeiro. "É uma política que garante cuidado e dignidade para as famílias".
Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, o programa habitacional é responsável não só pela realização do sonho da casa própria dos beneficiários, mas pelo aquecimento do mercado da construção civil no país. “O Minha Casa, Minha Vida foi o grande motor do setor da construção civil em 2025. Esses números são importantes e devem ser ressaltados a cada dia porque o programa, além de levar moradia digna a quem mais precisa, também é responsável pela geração de emprego no país”. De acordo com os indicadores Abrainc-Fipe, 85% de todos os lançamentos construídos no Brasil são do programa.
Reinstituído em 2023, o programa consolidou um marco legal moderno, ampliou o acesso à moradia digna, fortaleceu a sustentabilidade urbana e recolocou a habitação no centro da agenda de desenvolvimento social. A MP Nº 1.162, que marcou a retomada do programa, foi convertida na Lei nº 14.620, de 13 de julho de 2023, com novas práticas para a política.
Considerando todas as modalidades, o programa já impactou 88% das cidades brasileiras, ou 4.911 municípios, em todas as regiões. O governo federal ampliou o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade e deu prioridade a famílias com renda de até R$ 2.850 (Faixa 1), com subsídio de até 95% do valor da unidade. A Faixa 2 vai de R$ 2.850,01 a R$$ 4.700 e a Faixa 3 de R$ 4.700,01 a R$ 8.600. Em 2025, o programa criou a Faixa Classe Média (de R$ 8.600,01 a R$ 12.000). Com esse pacote, a política movimenta a cadeia da construção civil e gera milhares de empregos.

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