Considerando apenas a indústria extrativa, houve recuo de 0,61% no IPP de fevereiroAgência Brasil / Marcello Casal
O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.
Com o resultado, o IPP de indústrias de transformação e extrativa acumulou uma elevação de 0,07% no ano e recuo de 4,47% em 12 meses.
Considerando apenas a indústria extrativa, houve recuo de 0,61% em fevereiro, após o avanço de 1,39% em janeiro.
"No caso dos alimentos, os açúcares foram os principais responsáveis pela queda. Esse movimento reflete tanto a redução dos preços no mercado internacional quanto a intensificação de promoções e descontos por parte das empresas no período, indicando um ambiente de maior negociação e aproveitamento de oportunidades de mercado", disse Alexandre Brandão, gerente de Análise, Metodologia e Planejamento do IBGE, em nota.
Os veículos automotores também ajudaram a deter o IPP, com recuo de 0,68% e impacto de -0,05 ponto porcentual.
Na direção oposta, as principais altas foram registradas por máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,73%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,44%), metalurgia (1,41%) e vestuário (1,32%). Metalurgia liderou o ranking de pressões, com impacto de 0,10 ponto porcentual, seguida por máquinas, aparelhos e materiais elétricos, 0,05 ponto porcentual.
Já a indústria de transformação registrou uma redução de 0,23% em fevereiro, ante uma elevação de 0,27% em janeiro.
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