Regiões Norte e Nordeste concentram as maiores taxas de desempregoFoto: Ilustração
O instituto pondera que algumas dessas variações ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, por isso não são consideradas estatisticamente significativas. Houve expansão de forma estatisticamente significativa em 15 das 27 Unidades da Federação no período.
Na média nacional, a taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre de 2025 para 6,1% no primeiro trimestre de 2026. Em São Paulo, a taxa de desemprego passou de 4,7% para 6,0% no período.
No primeiro trimestre de 2026, as maiores taxas de desocupação foram as do Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%), enquanto as menores ocorreram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
A taxa de desemprego foi de 5,1% para os homens no primeiro trimestre, ante um resultado de 7,3% para as mulheres. Na média nacional, a taxa de desocupação foi de 6,1% no período.
"A taxa de desocupação da mulher é 43,1% maior que a dos homens. Mas a informação recente está mostrando tendência de redução de desigualdade na taxa de desocupação (por sexo)", ponderou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.
A taxa de desocupação das mulheres já foi 69,4% maior que a dos homens, resultado registrado no primeiro trimestre de 2012. A menor diferença ocorreu no segundo trimestre de 2020, em meio à pandemia de covid-19, quando essa distância ficou em 27,0%.
Por cor ou raça, a taxa de desemprego ficou abaixo da média nacional para os brancos, em 4,9%, muito aquém do resultado para os pretos (7,6%) e pardos (6,8%).
A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto foi de 10,8%, quase o triplo do resultado para as pessoas com nível superior completo, cuja taxa foi de 3,7%.
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