Canal em apoio ao petista reúne mais de 3,7 milhões de usuáriosWilton Junior / Estadão Conteúdo
O canal, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários, é coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG), e foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, de disseminar desinformação.
Ao apresentar motivos pelos quais o canal deveria ser derrubado, a campanha de Flávio citou oito publicações que repetiam conteúdos já proibidos pela TSE, com média de 1,1 milhão de visualizações cada.
Entre elas, a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia tirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida Para os advogados de Flávio, a estrutura no WhatsApp reproduz uma "sistemática de desinformação" que foi atacada pelo TSE nas eleições de 2022.
A determinação de Nunes Marques à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação é para que a unidade informe sobre conteúdos falsos já atacados pelo TSE e se identificou "eventual atuação coordenada destinada à sua disseminação".
Na véspera da nova decisão do ministro, o caso conhecido como “Exército do Lula” provocou uma sequência de decisões divergentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de reclamações apresentadas pelas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.
Ainda no mesmo dia, o vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva suspendesse o impulsionamento pago de publicações no Instagram e no Facebook. As postagens continham a mensagem “se Flávio Bolsonaro vencer, você perde”.
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