Briga em Avellaneda, na Argentina, terminou com 19 feridos e mais de 100 detidosAFP
O ministro da Segurança da província de Buenos Aires, Javier Alonso, acusou a Conmebol nesta quinta-feira (21) de atrasar a suspensão do jogo entre Independiente e Universidad de Chile, durante o qual houve graves enfrentamentos entre os torcedores das equipes, que terminaram com 19 feridos, entre eles dois em estado grave, e mais de 100 detidos.
Leia mais: Conmebol promete 'máxima firmeza' e 'condena' violência em jogo da Sula
A partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana era disputada no Estádio Libertadores de América, em Avellaneda, na periferia sul de Buenos Aires, e foi cancelada pelos atos de violência nas arquibancadas.
"A polícia foi clara e disse que o jogo deveria ser suspenso. Existe uma responsabilidade de atraso da Conmebol em suspender o jogo quando era claro que havia uma atitude muito hostil", declarou Alonso ao portal 'Infobae'.
O ministro apontou que "existem protocolos da Conmebol muito claros" para a organização de jogos internacionais "e nenhum desse protocolos foi cumprido".
A partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana era disputada no Estádio Libertadores de América, em Avellaneda, na periferia sul de Buenos Aires, e foi cancelada pelos atos de violência nas arquibancadas.
"A polícia foi clara e disse que o jogo deveria ser suspenso. Existe uma responsabilidade de atraso da Conmebol em suspender o jogo quando era claro que havia uma atitude muito hostil", declarou Alonso ao portal 'Infobae'.
O ministro apontou que "existem protocolos da Conmebol muito claros" para a organização de jogos internacionais "e nenhum desse protocolos foi cumprido".
Leia mais: Presidente do Chile culpa Conmebol por barbárie em jogo da Sul-Americana
Javier Alonso esclareceu que a polícia é a encarregada da segurança fora do estádio, enquanto a ordem em seu interior é de responsabilidade de agências de segurança particular.
"Ao contrário de outros jogos, não havia um cordão de agentes de segurança privada limitando a ação dos visitantes", explicou.
"Nunca iríamos agir com gases e balas de borracha em uma arquibancada onde havia famílias, mulheres e crianças. Separar os violentos das pessoas comuns foi imprescindível para evitar uma tragédia ainda maior", disse.
Javier Alonso esclareceu que a polícia é a encarregada da segurança fora do estádio, enquanto a ordem em seu interior é de responsabilidade de agências de segurança particular.
"Ao contrário de outros jogos, não havia um cordão de agentes de segurança privada limitando a ação dos visitantes", explicou.
"Nunca iríamos agir com gases e balas de borracha em uma arquibancada onde havia famílias, mulheres e crianças. Separar os violentos das pessoas comuns foi imprescindível para evitar uma tragédia ainda maior", disse.
Leia mais: Selvageria na Sul-Americana ganha páginas internacionais
"Se o jogo tivesse sido suspenso a tempo, estaríamos em condições de evacuar o estádio sem que nada disso tivesse acontecido. O que aconteceu foi consequência da falta de decisão e da falha da segurança particular", acrescentou.
A Conmebol afirmou nesta quinta-feira que atuará "com a maior firmeza" contra os responsáveis pelos incidentes que levaram ao cancelamento da partida e pediu aos clubes mandantes que garantam a segurança dos jogos.
"Se o jogo tivesse sido suspenso a tempo, estaríamos em condições de evacuar o estádio sem que nada disso tivesse acontecido. O que aconteceu foi consequência da falta de decisão e da falha da segurança particular", acrescentou.
A Conmebol afirmou nesta quinta-feira que atuará "com a maior firmeza" contra os responsáveis pelos incidentes que levaram ao cancelamento da partida e pediu aos clubes mandantes que garantam a segurança dos jogos.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.