Mateo Ponte em jogo do BotafogoVítor Silva/Botafogo
Mateo Ponte terá responsabilidade maior em novo jogo eliminatório na Copa do Brasil
Botafogo encara o Vasco nesta quinta-feira (11), a partir das 21h30, no Estádio Nilton Santos
Rio - O lateral-direito Mateo Ponte deve voltar a receber oportunidade em jogo eliminatório da Copa do Brasil pelo Botafogo. Desta vez, porém, o uruguaio terá uma responsabilidade maior dentro de campo. Afinal, o Glorioso terá o Vasco pela frente.
A última partida de eliminação na Copa do Brasil em que Mateo Ponte foi titular aconteceu no dia 22 de maio. Naquela ocasião, o Glorioso perdeu para o Capital-DF por 1 a 0 no Mané Garrincha, em Brasília, pelo jogo da volta da terceira fase. Apesar disso, o time carioca avançou na competição, já que havia vencido por 4 a 0 na ida.
De acordo com dados do 'Sofascore', ele teve duas interceptações e cinco desarmes naquela partida. Além disso, acertou 45 dos 49 passes que tentou ao longo da partida.
Agora, o desafio será contra um rival do Rio de Janeiro. O Glorioso vai enfrentar o Vasco nesta quinta-feira (11), a partir das 21h30, no Estádio Nilton Santos. Na ida, as equipes empataram por 1 a 1. Quem vencer encara o Fluminense na semifinal.
"Conseguimos trazer um resultado que nos dá a chance de classificar com uma vitória simples, isso é importante para um jogo tão difícil como esse, um clássico. Nós vamos jogar na nossa casa e precisamos fazer valer essa nossa força dentro do Nilton Santos. Sabemos que será casa cheia, o apoio da nossa torcida será muito importante pra gente buscar essa classificação", disse Mateo Ponte.
O titular da lateral direita do Glorioso é Vitinho. No entanto, ele deve ficar como opção para Davide Ancelotti no banco de reservas. Isso porque ele foi titular da seleção brasileira na derrota para a Bolívia por 1 a 0, em El Alto, que está a pouco mais de 4 mil metros de altitude.
Depois daquela partida, Vitinho abordou as dificuldades de atuar naquelas condições: "Vou fazer testes e conversar para saber se o melhor para mim é estar em campo (contra o Vasco). É diferente jogar na altitude. Você sente o peito, o coração e a respiração é muito difícil. Ainda estou bem ofegante, tossindo. Fiquei zonzo quando dei alguns sprints", destacou o defensor, após o jogo da Amarelinha.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.