'Mundo Deportivo', da Espanha, citou imbróglio de John Textor envolvendo Botafogo, Eagle Football e LyonVítor Silva / Botafogo

Rio - Dono do Botafogo, John Textor comentou sua relação com Evangelos Marinakis, mandatário do Nottingham Forest. Após a eliminação para o Vasco na Copa do Brasil, na última quinta-feira (11), o norte-americano afirmou que crê em parceria de logo prazo da SAF com o grego.
"Ele é um grande homem. Acho que se fala muito sobre esse relacionamento, mas entendo bem o porquê. Ele provavelmente é o dono de clube de futebol europeu mais ativo no Brasil. Ele acreditava no Brasil antes mesmo de eu chegar aqui. Você pode olhar os elencos dele, do Rio Ave ao Olympiacos, para ver quantos brasileiros ele tem no Nottingham Forest agora. Então, tudo o que posso dizer é que continuará havendo uma ótima colaboração entre nós como proprietários", disse Textor.
Com forte relação com Textor e especulado para ajudar na recompra da SAF do Botafogo, ainda não se sabe a intenção de Marinakis com o futebol brasileiro. O grego tem um acordo com o São Paulo para uma possível compra da base do clube.
Questionado sobre a proximidade com o magnata, John Textor destacou que negociações demoram meses e que as pessoas esperam uma resposta imediata. Além disso, não negou a possibilidade de participação do grego e de outros investidores.
"Sabe, acho que o difícil é que, quando notícias sobre possibilidades chegam à imprensa, as pessoas querem e esperam respostas instantâneas. Os torcedores esperam uma resolução muito rápida, mas esse tipo de discussão estratégica de longo alcance leva muitos meses", comentou. 
"O clube é estável. Construímos uma ótima organização aqui, uma ótima equipe, não só no campo de futebol, mas também no âmbito corporativo. Então, o que os torcedores podem esperar é que a casa que construímos continue forte. No mínimo, vamos colaborar bastante com o Sr. Marinakis e outros donos, mas qualquer um que queira vir e passar tanto tempo quanto ele no Brasil, sim, sabe, venha negociar, venha jogar com Botafogo, porque acreditamos no Brasil. Eu vou jogar bola com qualquer um que faça isso", finalizou.