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Rede americana anuncia fim das vendas de fuzis

Decisão marca posicionamento mais duro após mobilização de estudantes que sobreviveram à tragédia que deixou 17 mortos na Flórida

Por O Dia

Cruz era conhecido por sua obsessão por armas
Cruz era conhecido por sua obsessão por armas -

EUA - Uma das maiores redes de artigos esportivos dos Estados Unidos, a Dicks Sporting Goods, anunciou, nesta quarta-feira, que vai deixar de vender fuzis após o massacre em uma escola da Flórida.

A empresa, fundada há 70 anos, comunicou que, a partir de agora, só venderá armas para maiores de 21 anos, além de não oferecer mais armas de alta capacidade. A decisão marca um posicionamento mais duro após mobilização de estudantes que sobreviveram à tragédia que deixou 17 mortos na Flórida.

"Acreditamos que o presente mais precioso desta nação são suas crianças. São nosso futuro. Devemos lhes oferecer segurança", afirmou a Dick's Sporting Goods em sua conta no Twitter.

Em nota, o presidente da empresa, Edward Stack, revelou que, em novembro de 2017, vendeu armamento a Cruz, embora "não fosse a arma, nem o tipo de arma, utilizada pelo atirador".

A Dick's Sporting Goods ainda pediu ao Congresso para reformar as leis de controle de armas, com a proibição da venda de fuzis, o aumento da idade mínima dos compradores a 21 anos e a checagem de que os compradores não possuem doenças mentais, ou problemas com a lei.

 

O atentado

Nikolas Cruz, 19 anos, chegou no horário do fim das aulas do colégio que havia frequentado, o Marjory Stoneman Douglas High School de Parkland, portando um fuzil semiautomático AR-15 e uma grande quantidade de munição. O governo da Flórida confirmou que ao menos 17 pessoas morreram no tiroteio.

Com informações da AFP

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