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EUA acusam Coreia do Norte pelo assassinato do meio-irmão do presidente norte-coreano

Kim Jong-Nam era adversário potencial do líder do país asiático e foi morto com arma química, em fevereiro do ano passado

Por AFP

Kim Jong-Un
Kim Jong-Un -

Estados Unidos - Os Estados Unidos acusaram a Coreia do Norte de ser a mandante do assassinato do meio-irmão do presidente norte-coreano, Kim Jong-Un. Além de parente, Kim Jong-Nam era adversário potencial do líder do país asiático. Ele foi morto com o agente neurotóxico VX, em fevereiro do ano passado, no Aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásiam. Na ocasião, duas mulheres borrifaram a substância química em seu rosto.

"Este desprezo público pelas normas universais contra o uso de armas químicas demonstra mais uma vez a natureza impiedosa da Coreia do Norte e destaca que não podemos tolerar um programa norte-coreano de armas de destruição em massa de nenhum tipo", disse a porta-voz do departamento de Estado norte-americano, Heather Nauert.

A legislação americana determina que quando um país viola a proibição do uso de armas químicas ou biológicas deve ser submetido à embargos econômicos de seus produtos. No entanto, a Coreia do Norte já está sob severas sanções da Organização das Nações Unidas (ONU).

O meio-irmão de Kim Jong-Un chegou a ser visto, em algum momento, como o herdeiro natural de seu pai, Kim Jong-Il. Alguns relatórios sugerem que a China o considerou um substituto ao governo norte-coreano em caso de crise.

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