Trump ainda avalia adicionais mais países na listaAFP
"Se eles não têm um governo estável, se não têm um país que possa se sustentar e nos dizer quem são esses indivíduos e nos ajudar a verificá-los, por que deveríamos permitir que pessoas desse país viessem para os Estados Unidos?", acrescentou a secretária.
"Nossos antepassados construíram esta nação com sangue, suor e um amor inabalável pela liberdade - não para que invasores estrangeiros massacrassem nossos heróis, sugassem nossos impostos suados ou roubassem os benefícios devidos aos americanos", afirmou em uma publicação no X."
Em junho, o presidente estadunidense assinou um decreto que proibiu a entrada nos EUA de pessoas vindas de 12 países, em sua maioria da África e do Oriente Médio. A medida também impôs restrições mais rígidas a visitantes de outras sete nacionalidades. O republicano afirmou que a iniciativa visa "proteger a segurança nacional e o interesse nacional dos Estados Unidos e de seu povo".
A ação faz parte de um conjunto mais amplo de políticas de reforço das leis de imigração, que tem sido prioridade no segundo mandato de Trump - entre elas, o envio de equipes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês) para diferentes regiões do país.

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