Andrea Lucas é uma crítica ferrenha de programas que promovem a diversidade, a equidade e a inclusãoX (antigo Twitter)/Reprodução
O processo cita acusações feitas em 2024 pela comissária da EEOC, Andrea Lucas. De acordo com as alegações, a Nike pode ter violado a lei "ao adotar um padrão ou prática de tratamento discriminatório contra funcionários, candidatos e participantes de programas de capacitação brancos" e ao estabelecer a meta de que 30% dos cargos de liderança da Nike sejam ocupados por minorias raciais e étnicas.
Trump nomeou Andrea Lucas para a presidência da EEOC em novembro, depois da nomeação ao cargo de comissária durante seu primeiro mandato, em 2020. Ela é uma crítica ferrenha de programas que promovem a diversidade, a equidade e a inclusão.
A Nike já se posicionou sobre questões sociais e políticas em diversas ocasiões. Lançou grandes campanhas publicitárias com o ex-jogador da NFL Colin Kaepernick, que protestou contra a discriminação racial na conduta policial.
Uma campanha de 2018 com Kaepernick recebeu elogios entusiasmados de ativistas do movimento Black Lives Matter, mas foi criticada por Trump e outras figuras conservadoras.

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