Surto mais mortal de ebola na RD Congo, ocorrido entre 2018 e 2020, deixou quase 2,3 mil vítimasAhmed Jallanzo/EPA
O vírus também está presente em outras quatro províncias, incluindo Kivu do Norte e Kivu do Sul, cujas capitais e partes do território são controladas pelo grupo armado antigovernamental M23, apoiado por Ruanda.
O ebola, transmitido pelo contato com fluidos corporais e que causa febre hemorrágica, matou mais de 15 mil pessoas na África nos últimos 50 anos.
A 17ª epidemia, declarada em 15 de maio, é causada pela variante Bundibugyo, para a qual não existe vacina ou tratamento. Uma vacina, considerada "promissora" pela OMS, será desenvolvida pelos Laboratórios Hilleman, com sede em Singapura.
Na última semana, um voluntário recebeu a primeira dose de outra vacina contra a Bundibugyo, desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Uganda declarou o fim da epidemia de ebola no país na terça-feira, mas o risco permanece, segundo a OMS.

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