O processo de regularização envolveu diversas etapas, incluindo um levantamento aéreo com drone, realizado em parceria com a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), além do cadastramento social das famílias, coleta de documentos e criação da planta georreferenciada. Esse conjunto de ações permitiu a emissão dos Registros Gerais de Imóveis (RGIs) dos lotes, em colaboração com o Cartório do 3º Ofício de Resende.
A regularização fundiária desempenha um papel essencial ao assegurar a posse legal dos imóveis, facilitar o acesso a financiamentos para construção, promover a inclusão social e garantir que as propriedades cumpram sua função social.
Esse trabalho já beneficiou comunidades como Vicentina, Surubi e Lote 10 e continua em andamento, com o apoio do Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj), no restante do bairro Cabral e em áreas como Paraíso, Jardim Alegria, Santo Amaro e Baixada da Olaria.
"Este é um avanço significativo para os moradores do bairro Cabral e para toda a cidade de Resende. A regularização fundiária simboliza a garantia do direito à moradia digna e a segurança jurídica para inúmeras famílias", afirma Alessandra Brandão, superintendente de Habitação.
Regularização no Grande Paraíso

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.