Segundo familiares, Leones saiu para trabalhar no domingo (25) e não fez mais contato por volta das 23h. O carro que ele dirigia era do pai, tem um rastreador por GPS e parou na frente da casa à 1h de segunda-feira. Preocupado com uma corrida agendada que o filho faria pela manhã, Marcelo José Rodrigues pediu à irmã da vítima que fosse até a residência, onde ela o encontrou morto. Parentes afirmam que o motorista não tinha problemas com ninguém e que era chamado de 'sorriso'.
De acordo com um amigo próximo, que não quis se identificar, o homem teria sido morto após se recusar a dar carona para os criminosos que o abordaram. Ao DIA, ele disse ainda que os responsáveis pela morte da vítima o conheciam. "Se eles não conhecessem o Leones, não teriam deixado o corpo próximo à porta da casa dele", explicou. A informação não foi confirmada pela Polícia Civil.
Leones havia acabado de concluir o curso de bombeiro civil e era pastor, além de trabalhar como motorista de aplicativo, para complementar a renda. Ele deixa um filho de 3 anos. O corpo da vítima será sepultado às 14h30 desta quarta-feira (28), no Cemitério do Murundu, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. A DHC ouviu familiares e testemunhas vão prestar depoimento. A investigação está em andamento para esclarecer a motivação e os autores do crime.
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Leones Oliveira Rodrigues, 30, foi encontrado morto com marca de tiro na cabeça, mãos e pés amarradosDivulgação/Disque Denúncia
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