Demolições em área de segurança, no entorno do Complexo de BanguDivulgação/Seop
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Secretaria de Ordem Pública (Seop), a Polícia Militar e a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap-RJ) atuam na ação. Também participam da operação agentes da Guarda Municipal, Comlurb e Rio Luz.
Os imóveis foram construídos sem autorização da Prefeitura, a menos de 250 metros da unidade prisional, em uma área de segurança onde edificações são proibidas por lei. Engenheiros da Prefeitura do Rio estimam um prejuízo de R$ 1 milhão aos responsáveis pelas construções irregulares. A área sofre influência do crime organizado.
De acordo com o MPRJ, as invasões de propriedade e construções clandestinas ao redor do complexo prisional, supostamente orquestradas por uma facção criminosa, facilitam fugas e a entrada de itens proibidos no Complexo de Gericinó. Além das demolições das unidades não habitadas, a Prefeitura notificará os imóveis já ocupados, cujos moradores serão assistidos pela Secretaria de Assistência Social.
Em agosto de 2024, a Seop realizou uma outra operação naquela região, quando demoliu construções irregulares e desfez um grande loteamento ilegal caracterizado pela expansão de um condomínio. O loteamento e as construções eram ilegalizáveise ocupavam aproximadamente 150.000m² em área considerada de interesse público para fins de desapropriação, sendo área de segurança do complexo penitenciário de Bangu.






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