Durante a inauguração, foram distribuídos 100 livros gratuitamenteA Casa Amarela/Divulgação
Durante a cerimônia de inauguração, foram distribuídos 100 livros gratuitamente.
Idealizador do projeto, Pedro Botelho afirmou que a proposta surgiu há quatro anos, em Anchienta, na Zona Norte, onde está localizada a "matriz", com o objetivo ampliar o acesso à leitura. “A Casa Amarela nasceu de um sonho coletivo e hoje se torna realidade. Queremos que a biblioteca seja um espaço vivo de troca, reflexão e inclusão.”
Segundo a gerente de Comunicação do MetrôRio, Simone Feil, a localização da biblioteca amplia o alcance da iniciativa. “Ter uma biblioteca em um espaço público de alto fluxo, no coração da área cultural do Centro do Rio, é uma forma de levar cultura a todos”, destacou.
O secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, ressaltou a importância de levar o projeto para o Centro: “Trazer A Casa Amarela de Anchieta para a Cinelândia aproxima centro e periferia, valorizando escritores e iniciativas que muitas vezes não circulam.”
Já a secretária estadual de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, destacou o simbolismo da iniciativa no cotidiano dos passageiros. “Quando eu olho A Casa Amarela aqui na estação Cinelândia, nesse lugar onde passam tantas pessoas, a gente se inspira e deixa florescer a essência que os afazeres do dia tentam roubar de nós.”
De acordo com os organizadores, o espaço também deve receber, em breve, outras ações voltadas ao público, incluindo iniciativas sociais e de saúde.


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