Visão da igreja vista de cimaReprodução
O reconhecimento reforça a importância do local para a fé dos cariocas, já que a igreja é considerada a segunda maior dedicada ao Santo Guerreiro na cidade, ficando atrás apenas da Matriz de São Jorge, em Quintino, na Zona Norte.
Segundo o religioso, o reconhecimento também evidencia a força da devoção ao santo. “Desde o século XVII, a devoção a São Jorge já é marcante e faz parte da identidade religiosa e cultural do nosso povo”, afirma.
O que muda com o título
Na Igreja Católica, o título de santuário é concedido a templos que possuem relevância especial de devoção e recebem grande fluxo de fiéis. Esses locais passam a ser reconhecidos oficialmente como espaços de peregrinação, com celebrações e estrutura voltadas ao acolhimento dos devotos.
Com a nova classificação, a expectativa é de que a igreja amplie ainda mais seu papel, atraindo visitantes de diferentes regiões e fortalecendo a tradição.
História
Fundada em 1758, a igreja é uma das mais antigas do Centro. Inicialmente dedicada a São Gonçalo Garcia, ela passou a reunir, também, devotos de São Jorge com o passar das décadas.
A figura do Santo Guerreiro, conhecida pela associação com proteção e resistência, tem forte identificação com a população carioca e atravessa diferentes tradições religiosas.





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