A RioSP reforçará a sinalização no trecho, com placas informativas indicando os próximos pontos de retornoDivulgação RioSP
Segundo a concessionária RioSP, a interdição deve durar cerca de seis meses. O retorno será fechado para que o novo traçado da rodovia será construído no local. A empresa afirma que manter o dispositivo durante as obras colocaria em risco a segurança viária e impediria a execução dos serviços.
A previsão é que o retorno seja reaberto em dezembro, com a conclusão do último viaduto da nova pista de descida da Serra das Araras. A expectativa é que a nova estrutura permita manobras mais seguras, eliminando cruzamentos em nível entre os fluxos de veículos.
Durante a interdição, caminhões e outros veículos pesados deverão utilizar os retornos dos quilômetros 243, na altura do Posto Mamão, e 224, em Ponte Coberta.
Para carros de passeio e vans, será criado um retorno provisório próximo à base operacional da RioSP, no km 233. O trecho terá duas faixas de rolamento em cada sentido e limite de velocidade de 40 km/h. De acordo com a concessionária, a estrutura comporta cerca de 83% do volume atual de veículos que utilizam o retorno interditado.
O tráfego será acompanhado pelo Centro de Controle Operacional da empresa. Em caso de congestionamentos ou outras ocorrências, poderão ser adotadas medidas em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As intervenções integram as obras da Nova Serra das Araras, que buscam ampliar a capacidade da Via Dutra e melhorar a segurança e a fluidez do trânsito em um dos principais corredores logísticos do país.

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