Muro do Colégio Estadual Visconde de Cairú apresenta grandes rachadurasCarlos Elias Junior / Agência O Dia

A situação atual do muro do Colégio Estadual Visconde de Cairú, localizado na Rua Soares, 15, no Méier, na Zona Norte do Rio, tem preocupado moradores, responsáveis e estudantes, já que grandes rachaduras causam um risco iminente de queda. Parte do local, inclusive, já foi interditado pela Defesa Civil Municipal.
Nesta terça-feira (6), uma equipe do O DIA esteve na frente do colégio e constatou as grandes rachaduras. Parte do muro também apresenta um abaulamento. No local, uma fita da Defesa Civil Municipal isola a parte com risco de queda.

Procurada, a Secretaria Estadual de Educação informou que após avaliação técnica realizada pela Defesa Civil Municipal, a área foi isolada preventivamente para garantir a segurança da comunidade escolar. A pasta esclarece ainda que já está em andamento o processo para a reconstrução completa do muro da unidade.

Colégio Pedro II suspende atividades após violência 

Nesta terça-feira (6), o Colégio Pedro II suspendeu as atividades do Campus Realengo I, na Zona Oeste do Rio, após um episódio de violência envolvendo o pai de uma aluna e uma professora da unidade. Segundo relatos de testemunhas, o responsável entrou no campus na segunda-feira (5), durante o horário de saída dos estudantes, e teve uma conduta de intimidação contra a docente.

Por meio de nota, a direção do Campus Realengo I e a Reitoria manifestaram apoio à professora e classificaram o episódio como lamentável. A instituição afirmou que comportamentos de agressividade verbal ou física, intimidação e desrespeito aos profissionais da educação não são tolerados no ambiente escolar.

Após o ocorrido, a Direção-Geral informou ter adotado medidas para preservar a integridade física e emocional da professora e das demais pessoas presentes na unidade. Entre as providências está o acompanhamento da docente pelos setores de apoio e pelos órgãos competentes do Colégio Pedro II.

A instituição também comunicou a abertura de um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia local. O registro deverá subsidiar a apuração dos fatos pelas autoridades.

Outra medida anunciada foi a restrição de acesso do responsável às dependências internas do Campus Realengo I. De acordo com a direção, está prevista uma reunião presencial com o pai da aluna em um local neutro, com acompanhamento da Reitoria, para tratar do caso.

A escola fará um levantamento do histórico e do cenário pedagógico relacionados à situação. A análise será realizada pelas equipes responsáveis e servirá de base para os próximos encaminhamentos institucionais.

A suspensão das atividades nesta terça-feira ocorre como forma de resposta da unidade ao episódio e de manifestação contra a violência sofrida pela professora. A direção reforçou que considera a segurança de alunos, familiares e profissionais uma condição essencial para o funcionamento da escola.

Na nota, o Colégio Pedro II destacou que o ambiente escolar deve ser um espaço de segurança, acolhimento e diálogo entre estudantes, famílias e trabalhadores. A instituição também afirmou que seguirá adotando medidas previstas em seus protocolos de segurança.

A direção pretende manter o diálogo com a comunidade escolar e desenvolver estratégias de proteção para evitar novos episódios de violência. Por fim, a instituição ressaltou a importância de valorizar e proteger os profissionais responsáveis pela formação dos estudantes.