No revezamento 4x400m, meninas do Brasil caem, mas homens se classificam

Beneficiado por desclassificações, a seleção masculino vai à final, enquanto as mulheres terminam em último e dão adeus

Por O Dia

Rio - A equipe brasileira do revezamento 4x400 metros rasos conseguiu nesta sexta-feira a oitava e última vaga na final da prova nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ao terminar em quinto lugar em sua bateria pelas eliminatórias e o décimo no geral, mas contar com desclassificações de Reino Unido e Trinidad e Tobago.

O quarteto formado por Pedro Burmann, Alexander Russo, Peterson dos Santos e Hugo Balduíno até começou bem, chegando a virar a primeira metade da disputa no Estádio Olímpico Nilton Santos na segunda colocação, mas a queda de rendimento no fim custou lugares importantes.

Já os homens se beneficiaram de desclassificações e avançaram à finalErnesto Carriço / O DIA / NOPP

Os brasileiros fecharam com 3min00s42, seu melhor tempo na temporada, mas ficaram atrás de Grã-Bretanha, Bélgica, da atual campeã olímpica Bahamas e de Cuba. Mas a equipe vencedora da bateria foi desclassificada, assim como Trinidad e Tobago na primeira eliminatória.

Com disputa intensa entre as quatro equipes que se classificaram para a final, a primeira bateria teve como vencedora a Jamaica, com o tempo de 2min58s29, o melhor de 2016. Estados Unidos, Botsuana e Polônia fecharam o 'top-4'. 

Brasil é lanterna em bateria e fica fora da final do 4x400m rasos feminino

O Brasil ficou fora da final do revezamento 4x400 metros rasos entre mulheres dos Jogos Olímpicos, após Joelma Sousa, Geisa Coutinho, Letícia de Souza e Jailma de Lima ficarem em último lugar da primeira de duas baterias. O quarteto do país anfitrião cravou o tempo de 3min30s27, o melhor da equipe na temporada, mas longe do recorde nacional, que é de 3min26s68, estabelecido cinco anos atrás pela equipe do BM&F Bovespa, que contava com Joelma, Geisa e Jailma, além de Bárbara de Oliveira.

Meninas do revezamento 4x400m ficaram na lanterna em sua bateria e foram eliminadasErnesto Carriço / O DIA / NOPP

A mais veloz na primeira bateria foi a equipe dos Estados Unidos, que luta pelo sexto ouro consecutivo na prova, com marca de 3min21s42, o que representa melhora de quatro segundos e meio no desempenho mais rápido de 2016 na prova.

Atuais campeãs olímpicas, as jamaicanas venceram a segunda bateria, com 3min22s49. Ucrânia, Polônia, Grã-Bretanha, Canadá, Itália e Austrália também avançaram à disputa do ouro, que acontecerá neste sábado.

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