A polícia de São Paulo prendeu o segundo homem envolvido no roubo das obras de arte da Biblioteca Mário de Andrade no início de dezembro.
Ele foi detido temporariamente pela 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco). As autoridades também já identificaram um terceiro suspeito e trabalham para localizá-lo.
Felipe dos Santos Fernandes Quadra, o primeiro a ser capturado, está preso desde o dia seguinte ao crime. Assim como seus parceiros, Quadra também foi identificado pelas câmeras da biblioteca e pelas outras que operam no centro de São Paulo. Até o momento, as obras não foram recuperadas.
Invasão
Os criminosos levaram, no dia 7, oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari. As obras faziam parte da exposição Do Livro ao Museu: MAM São Paulo e Biblioteca Mário de Andrade. Eles renderam uma vigilante e também um casal que visitava o local. Era o último dia do evento.
Quadra e seu parceiro agiram rapidamente, pegaram as peças e colocaram em sacolas. Imediatamente, saíram pela porta da frente da biblioteca.
A prefeitura de São Paulo acionou a Interpol, polícia internacional, para evitar que as peças sejam comercializadas no exterior.
Inaugurada em 1926, a Biblioteca Mário de Andrade é a segunda maior do Brasil, com um acervo de 327 mil livros, incluindo 51 mil obras raras. Tombada em 1992, o prédio em estilo Art Déco foi reformado entre 2007 e 2011. O prédio fica localizado na Rua da Consolação e recebeu seu nome em 1960, em homenagem ao escritor Mário de Andrade.
Inaugurada em 1926, a Biblioteca Mário de Andrade é a segunda maior do Brasil, com um acervo de 327 mil livros, incluindo 51 mil obras raras. Tombada em 1992, o prédio em estilo Art Déco foi reformado entre 2007 e 2011. O prédio fica localizado na Rua da Consolação e recebeu seu nome em 1960, em homenagem ao escritor Mário de Andrade.
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