Municípios deverão organizar o sistema de resgate e prover abrigos temporários para os animais resgatados Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A proposta visa estruturar protocolos permanentes para atuação preventiva e coordenada em casos de emergência. O projeto também prevê medidas preventivas e reparatórias que deverão ser adotadas por empreendedores sujeitos a licenciamento ambiental.
O foco é a redução da mortalidade de animais domésticos e silvestres em desastres por meio da integração de políticas de proteção ambiental e defesa civil e da maior conscientização sobre direitos e bem-estar animal.
Veja as ações previstas para cada ente federativo:
União:
Apoiar os estados, o Distrito Federal e os municípios no mapeamento das áreas de risco, nos estudos de identificação de risco de desastre e nas demais ações de prevenção, mitigação, resgate, acolhimento e manejo dos animais atingidos
Estabelecer medidas preventivas de segurança contra desastres em unidades de conservação federais
Apoiar os municípios na identificação e mapeamento das áreas de risco
Oferecer capacitação de recursos humanos para as ações de proteção, acolhimento e manejo de animais resgatados
Oferta de capacitação de recursos humanos para as ações de proteção, acolhimento e manejo de animais resgatados
Fiscalização das áreas de risco de desastre
Intervenção preventiva e a evacuação dos animais das áreas de alto risco ou vulneráveis
Organizar o sistema de resgate e atendimento emergencial à fauna impactada
Prover abrigos temporários para os animais resgatados
Estimular a participação de entidades privadas, de associações de voluntários e de organizações não governamentais nas ações de acolhimento dos animais
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