Moraes e Flávio Dino identificaram o pagamento de salários 'exorbitantes' a magistrados de sete tribunais estaduaisFabio Rodrigues-Pozzebom e Valter Campanato / Agência Brasil / Montagem / Reprodução
As decisões proferidas nesta quarta-feira, 12, atingem os tribunais de Justiça de Goiás (GO), Maranhão (MA), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Norte (RN), Rondônia (RO) e do Distrito Federal (DF).
Os ministros ainda determinaram que os presidentes dos tribunais entreguem, em até cinco dias, documentos que comprovem a suspensão dos pagamentos e as devoluções determinadas.
Outra determinação é que a Advocacia-Geral da União envie ao Supremo, em até 72 horas, as folhas de pagamentos completas de seus membros após a decisão do Supremo que impôs limite para os "penduricalhos", e também identifique membros da AGU beneficiados de pagamentos que não se enquadrem na decisão.
Para os ministros, os tribunais e a Advocacia-Geral da União estão descumprindo a decisão do Supremo que estabeleceu que as verbas indenizatórias e outros adicionais conhecidos como "penduricalhos" não podem ultrapassar o limite de 70% do teto do funcionalismo (R$ 46,3 mil).