Evolução patrimonial de Flávio Bolsonaro se deve, sobretudo, à compra de mansão de R$ 6,2 milhões em BrasíliaBruno Peres/Agência Brasil
Em 2018, os bens incluíam um apartamento de R$ 917 mil na Barra da Tijuca, R$ 558,2 em aplicações e investimentos, uma sala comercial de R$ 150 mil no mesmo bairro, R$ 66,5 mil em um carro e R$ 50 mil pela participação de 50% em uma empresa de franquia de chocolates.
Flávio registrou a candidatura à presidência na justiça eleitoral na noite desta quinta-feira, 11, horas após uma fraude mostrá-lo filiado ao Missão, partido do adversário Renan Santos, e não ao PL. Segundo a campanha do senador, a mudança de sigla não passou de uma "molecagem que alguém fez".
Ao TSE, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou R$ 4,7 milhões neste ano. Os presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) informaram ter, respectivamente, R$ 178,7 milhões e R$ 795 mil.
Em 2016, Flávio declarou R$ 1,4 milhão ao TSE, divididos entre participações em imóveis e empresas, um automóvel, investimentos e saldo em conta bancária. O parlamentar tentava a vaga de prefeito do Rio de Janeiro pelo PSC, mas não conseguiu.
Quando se elegeu deputado estadual pela última vez, em 2014, o senador informou um patrimônio de R$ 714,3 mil, divididos entre um apartamento em Laranjeiras (RJ), um automóvel e um depósito em conta bancária. O valor subiu em relação aos R$ 690,9 mil declarados em 2010. Eram só R$ 385 mil em 2006.
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