Candidatos oscilam dentro da margem de erro em levantamentoReprodução
Em relação ao levantamento da semana passada, quando ambos tinham 41%, Flávio oscilou um ponto porcentual para cima e Lula, um ponto para baixo. As duas variações estão dentro da margem de erro.
A sequência de pesquisas do instituto mostra uma redução da vantagem que o petista mantinha sobre o adversário. Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio, uma diferença de oito pontos porcentuais. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada, o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
Primeiro turno
O psiquiatra Augusto Cury (Avante) oscilou de 8% para 7% e permanece na terceira posição. Ele acumula duas quedas numéricas consecutivas desde que atingiu 10% no início de setembro.
O influenciador Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado passaram de 3% para 4% cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) oscilou de 2% para 1%. Todas essas variações em relação ao levantamento anterior estão dentro da margem de erro.
A rejeição de Lula oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Flávio manteve os 55% registrados nas duas rodadas anteriores.
O porcentual dos que dizem que poderiam votar no presidente passou de 44% para 45%. No caso de Flávio, o potencial de voto foi de 40% para 43%, enquanto o desconhecimento recuou de 5% para 2%. Lula é conhecido por todos os entrevistados.
Ronaldo Caiado (PSD) tem rejeição de 42%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 40%; Renan Santos (Missão), com 30%; e Augusto Cury (Avante), com 26%.
Entre os eleitores que se identificam como independentes, Lula e Flávio também empatam em rejeição, com 63% cada. Nesse grupo, 37% dizem que poderiam votar no petista e 33%, no senador.
No recorte religioso, a rejeição de Lula é de 69% entre os evangélicos e de 47% entre os católicos. Flávio é rejeitado por 44% dos evangélicos e 59% dos católicos.
Regionalmente, 63% dos eleitores do Sul e 60% dos do Sudeste afirmam que não votariam em Lula. No Nordeste, o índice é de 40% A rejeição de Flávio é de 60% no Nordeste, 54% no Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, 53% no Sudeste e 49% no Sul.
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.