Petistas seguem em caravana para Curitiba

Atos em todo o país marcam a data de um ano de prisão do Lula

Por O Dia

Aliados de Lula participam de ato em sua defesa em Florianópolis
Aliados de Lula participam de ato em sua defesa em Florianópolis -

Caravanas de diferentes estados do Brasil começaram a chegar ontem em Curitiba, onde o ex-presidente Lula está preso há exato um ano.  A concentração do que deve ser o maior dos eventos programados para marcar a data é em frente à sede da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida, no início da manhã de hoje.

Ontem, a caravana da qual participa o ex-candidato a presidente da República pelo PT em 2018, Fernando Haddad, e a presidente do partido, senadora Gleise Hoffmann, passou por Florianópolis. O outro grande ato "em defesa da democracia e pela liberdade de Lula", como classificam os petistas, está programado para acontecer em São Paulo. 

A defesa do ex-presidente aposta em um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter condenação dele no processo do triplex de Guarujá. O ex-presidente também está condenado em outra ação, do sítio de Atibaia, a 12 anos e 11 meses de reclusão, sentença imposta pela juíza federal Gabriela Hardt.

 

Neste um ano, Lula deixou a prisão uma única vez, para acompanhar o velório do neto Arthur, de 7 anos, em Santo André, na Grande São Paulo, vítima de infecção generalizada.

Em Florianópolis, os organizadores calcularam o número de presentes em dois mil. Aos gritos de "Lula livre", caminharam ao lado de Haddad, que também discursou.  "Nós temos o maior líder do país preso, sem provas. E um sujeito que, anteontem, declarou que não nasceu para ser presidente, nasceu para ser militar. O curioso é que Bolsonaro já provou que não também servia para ser militar”, afirmou Haddad.

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