O resto faz parte da história. O projeto de Vargas provocou reação violenta de seus adversários, que atacaram a criação de uma empresa estatal e também a recusa a receber aporte de capital e tecnologia estrangeiros. Com estas características, diziam os críticos, a iniciativa estava fadada ao fracasso. Na outra ponta do cabo de força, saíram em defesa da nacionalização do petróleo os aliados do governo, sindicatos, associações civis e o Partido Comunista Brasileiro. Aos poucos, o movimento tomou conta do país, com a adesão de estudantes e operários. Assim nasceu a campanha “O Petróleo é Nosso”. A luta também dividiu o Clube Militar em duas correntes: a “nacionalista”, a favor de Vargas, e a “entreguista”, alinhada aos interesses das grandes empresas americanas que dominavam o mercado mundial de combustíveis. Mas a pressão popular prevaleceu e o projeto foi aprovado. No dia 3 de outubro de 1953, Getúlio Vargas sancionou a Lei nº 2004, que criou a Petrobras.
O resto faz parte da história. O projeto de Vargas provocou reação violenta de seus adversários, que atacaram a criação de uma empresa estatal e também a recusa a receber aporte de capital e tecnologia estrangeiros. Com estas características, diziam os críticos, a iniciativa estava fadada ao fracasso. Na outra ponta do cabo de força, saíram em defesa da nacionalização do petróleo os aliados do governo, sindicatos, associações civis e o Partido Comunista Brasileiro. Aos poucos, o movimento tomou conta do país, com a adesão de estudantes e operários. Assim nasceu a campanha “O Petróleo é Nosso”. A luta também dividiu o Clube Militar em duas correntes: a “nacionalista”, a favor de Vargas, e a “entreguista”, alinhada aos interesses das grandes empresas americanas que dominavam o mercado mundial de combustíveis. Mas a pressão popular prevaleceu e o projeto foi aprovado. No dia 3 de outubro de 1953, Getúlio Vargas sancionou a Lei nº 2004, que criou a Petrobras.