Desde a posse de Bolsonaro, Gabinete de Segurança Institucional emitiu oito recomendações e alertas de Segurança da Informação

o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) emitiu oito recomendações e alertas relacionados à Segurança da Informação e Comunicações "julgados críticos e afetos aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal"

Por Leandro Mazzini

Flávio Dino
Flávio Dino -
Brasília - Desde janeiro, quando Jair Bolsonaro (PSL) assumiu a presidência da República, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) emitiu oito recomendações e alertas relacionados à Segurança da Informação e Comunicações “julgados críticos e afetos aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal”. Após a divulgação de mensagens atribuídas ao ministro Sergio Moro, o Centro de Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (CTIR Gov), vinculado ao GSI, emitiu o documento 2/2019, no qual recomendou aos integrantes do Governo que “restaurem o celular às configurações de fábrica, instalando o mínimo de aplicativos necessários (cuidado com as permissões de acesso dadas aos aplicativos de celulares)”.
Câmeras

No mesmo documento, o GSI alertou para o conserto ou o descarte de celulares e discos rígidos: “Mesmo vazios, seus dados podem ser recuperados”. E recomendou a “obstrução da câmera do celular ou do notebook quando não estiver em uso”.

Phishing

Os outros sete documentos reúnem recomendações sobre com agir em caso de clonagem do celular, perfis falsos nas redes sociais (Telegram e Twitter) e Phishing, tipo de fraude, por meio da qual, um golpista tenta obter dados pessoais e financeiros.

Hackers

No mesmo período do ano passado, o GSI emitiu quatro alertas e recomendações, conforme comparativo feito pela Coluna no CTIR Gov. Duas recomendações foram relacionadas à clonagem de contas do aplicativo WhatsApp e as outras sobre medidas para evitar o ataque de hackers.
FGTS 1

O Governo define o FGTS como “encargo trabalhista, que onera o emprego formal e desestimula novas contratações” na Medida Provisória (MP 889/2019) que libera os saques do fundo. O texto (MP 889/2019) chegou ao Congresso Nacional esta semana e precisa ser aprovado até o dia 20 de novembro para não perder a validade.

Urgência

A liberação desses recursos do FGTS injetará até R$ 40 bilhões adicionais na economia, no período de sete meses, que vai de setembro de 2019 a março de 2020, projeta a equipe econômica. O Governo pede urgência na análise da MP sob o argumento de que a medida proporciona à economia brasileira, “ainda nesse semestre, um impulso significativo sobre a renda”.

Colete

Depois do entrevero com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), circulou por Brasília nos últimos dias. Foi abordado por um cidadão em um shopping e indagado se usa colete a prova de balas. “Meu colete é Deus”, respondeu.

Presidência

Dino, que busca se cacifar como principal nome da esquerda para a disputa presidencial de 2022, se encontrou com parlamentares e presidentes de partidos. Entre eles, João Carlos Siqueira, do PSB. O ex-governador de São Paulo, Márcio França, também participou da reunião na sede do partido.

Chuvas 1

A tragédia ocorrida em Pernambuco, que causou alagamentos e 12 mortes nas cidades do Recife (3), Olinda (4) e Abreu e Lima (5), poderia ter sido amenizada se os prefeitos olhassem seriamente para as áreas de risco nos morros, galerias entupidas durante todo o ano e não apenas nas épocas de chuvas.

Chuvas 2

Prefeitos e governadores do Nordeste não podem colocar a culpa apenas nas chuvas. Os invernos tendem a ser mais rigorosos conforme adiantam todos os institutos de meteorologia do Brasil. Espera-se que a problemática da chuva esteja na campanha dos candidatos nas eleições de 2020.
Reforma

Transportadores de todo o País estão sendo consultados sobre as mudanças previstas na reforma tributária em discussão no Congresso. A sondagem é feita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e será divulgada em breve.

Prêmio

A Abrig entrega o Prêmio Marco Maciel: Ética e Transparência na Relação entre o Público e o Privado, no dia 13 de agosto, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
 

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