A filha do cantor com Virignia Fonseca está prestes a completar 4 anos de idadeReprodução/Instagram

O cantor Zé Felipe usou as redes sociais para defender a filha mais velha, Maria Alice, depois que a web explodiu em críticas pelo fato da menina ter começado a fazer aulas de futebol. A criança, de quase 4 anos, demonstrou interesse pelo esporte e já iniciou treinos com um professor particular. No entanto, a situação incomodou a internautas e o pai dela se mostrou irritado com os comentários que viu.

O desabafo indignado foi publicado nos stories do Instagram do filho de Leonardo. “Eu vou falar um negócio para vocês… Como é que tem gente que ainda acha estranho e fica comentando besteira sobre a Maria Alice estar jogando futebol, mulher fazendo futebol? Como é que tem um cara… um cara desses para mim é um fodid*. Não dá vontade de dar um tapa? Um cabra tem que apanhar de tapa na cara, no meio, não pode ser aqui [do lado] não. Tem que ser no meio, assim, pá, o tapa que pega no nariz e sai água no olho. Tem que levar é esse tapa”, afirmou o artista. 

O artista já defendeu os gostos dela outras vezes

Além de Maria Alice, o artista também é pai de Maria Flor e José Leonardo e sempre deixou claro que respeita a liberdade de expressão e as escolhas das crianças. Esta não é a primeira vez que Zé Felipe precisa sair em defesa da primogênita. Em março deste ano, ele chegou a falar sobre o fato da menina gostar de fantasias de super-heróis e rebateu críticas com bom humor e firmeza. “Porque a Maria Alice gosta de se vestir de herói, muita gente mandou: ‘Mas e se o José quiser vestir fantasia de princesa?’. Rapaz, vamos simbora e que se fod*! Quer qual? Branca de Neve, Barbie, Bela Adormecida, Suzy, Polly… e nem sei se existe mais”.

O cantor deixou claro que, dentro de casa, seus filhos terão acolhimento e liberdade para serem quem são, sem imposições ou julgamentos. “Vamos simbora, caralh*! Estou com meus filhos e quero que chegue e fale. Lógico que não vou chegar e falar: ‘Toma, meu filho, uma boneca’. Mas se ele chegar (e disser): ‘Papai…’. Vamos simbora! Quer que eu brinque com você? Vamos brincar! É isso, mano, porque minha preocupação é fazer com que meus filhos cheguem e nunca humilhem ninguém, sempre tratem com respeito. O resto que se fod*! O apoio dentro de casa vai ter, porque sei que na rua tem muita gente preconceituosa e isso para mim é o de menos. O apoio da família meus filhos vão ter, independente do que gostem, é o certo pelo certo. Isso aí, para mim, é nada”.