A situação foi parar na JustiçaReprodução/Arquivo Pessoal
De acordo com a nota, Eduardo contesta a forma como seu desligamento ocorreu e questiona a validade de cláusulas contratuais, especialmente uma cláusula de não concorrência. Segundo sua equipe, a cláusula em questão imporia restrições indefinidas à atuação do estilista, inclusive sobre o uso de seu próprio nome profissional, sem previsão de contrapartida financeira. A legalidade dessa cláusula está entre os pontos discutidos judicialmente.
A defesa do estilista alega que ele não exercia função administrativa ou de gestão na empresa, e sim um papel criativo. A nota também afirma que a descontinuação da marca La Moda não anularia os efeitos da cláusula, o que estaria afetando sua capacidade de trabalho. A empresa, por sua vez, teria comunicado o desligamento por mensagens, o que, segundo a nota, indicaria uma rescisão unilateral.
A repercussão do caso nas redes sociais foi ampla. Diversos famosos se manifestaram em apoio ao estilista.

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