Simony vence batalha judicial e empresa é condenada a pagar R$ 30 mil por uso indevido de sua imagem Reprodução / TV Globo
Segundo os documentos obtidos com exclusividade pela coluna Daniel Nascimento, o processo começou a tramitar na Justiça ainda em setembro de 2024, quando a famosa entrou com uma ação alegando que a empresa estaria utilizando sua imagem, nome e até vídeos promocionais em campanhas de um produto chamado "Beautymune", sem qualquer contrato ou consentimento.
O juiz não quis saber de conversa e, logo no início, concedeu uma liminar determinando que a empresa retirasse o conteúdo do ar em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, podendo chegar a R$ 20 mil. Uma verdadeira bronca judicial!
E tem mais! Em março de 2025, veio a sentença que sacudiu os bastidores: o magistrado julgou procedente o pedido de Simony e condenou a empresa a pagar R$ 30 mil por danos morais, valor esse que ainda será corrigido e pode subir com os juros. A sentença também obriga a retirada definitiva de qualquer uso da imagem da cantora em sites, redes sociais ou qualquer meio publicitário da marca.
A defesa da empresa, claro, não deixou barato e recorreu. Mas a tentativa de escapar da sentença não teve recolhimento das custas judiciais, já que os réus tentaram pedir gratuidade processual. Até o fechamento desta matéria, o processo segue nas mãos do Tribunal de Justiça de São Paulo, aguardando julgamento no Colégio Recursal, para onde foi remetido em junho deste ano.

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