Laíla - Eduardo Hollanda/Divulgação
LaílaEduardo Hollanda/Divulgação
Por O Dia
Em negociação avançada com a União da Ilha, Laíla foi questionado pela coluna sobre seus salários atrasados na Unidos da Tijuca. "Esquece isso, o problema dele (Fernando Horta - presidente da Tijuca) de estar devendo não é só comigo. É com muitas pessoas. Sempre soube que o Fernando Horta é uma pessoa correta, que sabe conduzir administrativamente falando, e que não pagou porque as escolas tiveram um Carnaval difícil esse ano, com crise financeira. Mas mesmo com esse problema de pagamento, todo mundo trabalhou com dignidade", disse Laíla.
Em conversa com a coluna, Laíla revelou as condições exigidas por ele para fechar com a Ilha: "Não adianta eu ir pra lá e não ter condições de trabalho. Não abro mão de carta branca para fazer o Carnaval do meu jeito e a responsabilidade do resultado ser minha. Se eu não tiver condições de fazer um excelente Carnaval, podem me oferecer ouro em pó que eu não quero."
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Além da agremiação da Ilha do Governador, Laíla recebeu mais três convites: São Clemente, Estácio e Imperatriz também estão de olho nele. A prioridade do carnavalesco é estar em uma escola onde possa voltar a ser diretor de Carnaval para trabalhar como sempre gostou: ao lado de uma equipe de carnavalescos, porque segundo o próprio já disse "duas ou mais cabeças pensam melhor do que uma". 
Caso feche com a Ilha, Laíla quer manter o carnavalesco Severo Luzardo, que acabou de pedir demissão da escola, mas não abre mão de Fran Sergio, com quem trabalhou por 20 anos na Beija-Flor e na Unidos da Tijuca, em 2019. Laíla quer montar um timaço de carnavalescos para fazer bonito na Avenida em 2020. Ele já adiantou à coluna uma primeira medida a ser adotada por ele se efetivamente fechar com a escola: "Se vier pra cá, quero fazer uma grande quadra dentro do estacionamento para fazer ensaios a céu aberto e voltar aos velhos tempos da Ilha", disse.