Juíza Patrícia Acioli foi assassinada em 11 de agosto de 2011, em NiteróiReprodução

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ) que inscreve o nome da juíza Patrícia Lourival Acioli no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília. Patrícia Acioli foi assassinada em 11 de agosto de 2011, em Niterói (RJ), após sofrer uma emboscada. Reconhecida por sua atuação firme contra milícias e grupos de extermínio, a magistrada comandou, durante 10 anos na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, a prisão de pelo menos 60 agentes públicos envolvidos em organizações criminosas — incluindo os responsáveis por sua morte.