
Rio - Impossível contar a história da boemia no Rio de Janeiro nas últimas décadas sem falar do Bip Bip, encravado em Copacabana em lugar estratégico a proximidade do metrô permite o deslocamento de vários cantos da cidade e faz da casa um espaço democrático e informal. E tem festa para o Bip Bip, já que o local comemora 50 anos e seu dono, Alfredo Jacinto Melo, o Alfredinho, faz 75.
A comemoração dupla faz o espírito carioquíssimo do bar seguir até a Sala Baden Powell, ali pertinho. Cristina Buarque faz roda homenageando o sambista Wilson Batista, que morreu no mesmo ano de inauguração do Bip Bip, e divide o palco com músicos habituês da casa, entre eles Tiago Prata (violão de sete cordas), Marquinho Basílio (surdo) e Manuela Oiticica (cuíca). É amanhã e, além do samba tradicional, clássicos do choro e da bossa nova estão no roteiro da noite.






