Estética regenerativa ganha espaço ao valorizar a qualidade da pele e preservar a identidade de cada rostoReprodução/Internet

Olá, meninas!
Se tem uma coisa que está mudando na estética é aquela vontade de sair do consultório com um rosto completamente diferente. Hoje, cada vez mais, a gente quer se cuidar, envelhecer bem e continuar reconhecendo a nossa própria beleza no espelho.
É justamente nessa direção que vem ganhando força a estética regenerativa, que aposta em estimular o próprio organismo, melhorar a qualidade da pele e valorizar resultados naturais, sem exageros.
Para entender melhor essa nova fase e descobrir o que realmente está por trás dessa tendência, conversei com o maravilhoso Dr. André Magalhães (@dr.andremagalhaes), que acompanha de perto essa transformação e explica como a combinação de tecnologia, ativos e tratamentos personalizados pode ajudar a gente a ficar ainda mais bonita sem deixar de ser quem é.
Confira abaixo o meu bate-papo:
A estética está passando por uma mudança de conceito, deixando de lado o excesso de preenchimentos e valorizando cada vez mais a beleza natural. O que está por trás dessa nova tendência?

Eu já passei por algumas fases da estética e hoje fico bem feliz pois as pessoas não querem mais transformar completamente o rosto ou exagerar nos preenchimentos. A tendência é valorizar a beleza natural. E é aí que entra a estética regenerativa, que busca estimular o próprio organismo, melhorar a qualidade da pele e regenerar os tecidos. No fim, a ideia é simples: você continuar sendo você, só que com uma aparência mais saudável e rejuvenescida.

O que é a chamada medicina regenerativa e como ela atua na pele para estimular mecanismos naturais, como a produção de colágeno e elastina?

Eu acredito muito nessa nova fase da estética. Na minha clínica, o nosso foco é cada vez mais estimular o próprio organismo do paciente, melhorando a qualidade da pele e buscando resultados naturais. A estética regenerativa vem justamente com essa proposta: estimular mecanismos naturais, como a produção de colágeno e elastina, para que a pessoa se cuide, envelheça melhor e continue com a sua própria identidade, sem exageros.

Quais são os principais tratamentos e tecnologias que estão ganhando espaço nessa proposta de cuidar da pele em vez de simplesmente modificar os contornos do rosto?

Hoje, na minha clínica, a gente tem visto crescer muito a procura por tratamentos que melhoram a qualidade da pele, como bioestimuladores de colágeno, skinboosters, microagulhamento, equipamentos tecnológicos como ultrassom microfocado e protocolos regenerativos.

Os peptídeos e outros ativos que vêm ganhando destaque, inclusive com a influência dos tratamentos coreanos, realmente podem fazer diferença na qualidade da pele? O que há de novidade nesse campo?

Sim, podem fazer diferença, principalmente quando são usados de forma correta e dentro de um protocolo. Os peptídeos estão ganhando bastante espaço porque ajudam a trabalhar a qualidade da pele e fazem parte dessa visão mais regenerativa da estética. A influência dos tratamentos coreanos também trouxe muito essa preocupação com a regeneração, textura, viço e prevenção.
Hoje a novidade é justamente combinar diferentes ativos e tecnologias de forma personalizada, buscando uma pele mais saudável e bonita, e não simplesmente mudar o rosto. Mas deve lembrar que a procura de um profissional especialista é fundamental para os resultados. Algo extremamente importante é se atentar se realmente o produto tem registro da ANVISA, visto que a maioria são produtos coreanos porém temos que ter a preocupação de ter passado pelos órgãos fiscalizatório.

Para quem ainda tem preenchimentos faciais ou está pensando em fazer algum procedimento, qual seria o caminho mais seguro para alcançar um resultado bonito, rejuvenescido e natural, sem perder as características do próprio rosto?

Eu acho que o primeiro passo é entender que cada rosto tem uma necessidade diferente. Não é sair preenchendo tudo e nem sair retirando os preenchedores. Na minha clínica, a gente avalia o rosto como um todo e entende o que realmente precisa ser tratado. Muitas vezes, o melhor resultado vem de combinar tratamentos que melhoram a pele e estimulam colágeno com pequenas quantidades de preenchimento, quando realmente existe indicação.