Estética regenerativa ganha espaço ao valorizar a qualidade da pele e preservar a identidade de cada rostoReprodução/Internet
Eu já passei por algumas fases da estética e hoje fico bem feliz pois as pessoas não querem mais transformar completamente o rosto ou exagerar nos preenchimentos. A tendência é valorizar a beleza natural. E é aí que entra a estética regenerativa, que busca estimular o próprio organismo, melhorar a qualidade da pele e regenerar os tecidos. No fim, a ideia é simples: você continuar sendo você, só que com uma aparência mais saudável e rejuvenescida.
O que é a chamada medicina regenerativa e como ela atua na pele para estimular mecanismos naturais, como a produção de colágeno e elastina?
Eu acredito muito nessa nova fase da estética. Na minha clínica, o nosso foco é cada vez mais estimular o próprio organismo do paciente, melhorando a qualidade da pele e buscando resultados naturais. A estética regenerativa vem justamente com essa proposta: estimular mecanismos naturais, como a produção de colágeno e elastina, para que a pessoa se cuide, envelheça melhor e continue com a sua própria identidade, sem exageros.
Quais são os principais tratamentos e tecnologias que estão ganhando espaço nessa proposta de cuidar da pele em vez de simplesmente modificar os contornos do rosto?
Hoje, na minha clínica, a gente tem visto crescer muito a procura por tratamentos que melhoram a qualidade da pele, como bioestimuladores de colágeno, skinboosters, microagulhamento, equipamentos tecnológicos como ultrassom microfocado e protocolos regenerativos.
Os peptídeos e outros ativos que vêm ganhando destaque, inclusive com a influência dos tratamentos coreanos, realmente podem fazer diferença na qualidade da pele? O que há de novidade nesse campo?
Sim, podem fazer diferença, principalmente quando são usados de forma correta e dentro de um protocolo. Os peptídeos estão ganhando bastante espaço porque ajudam a trabalhar a qualidade da pele e fazem parte dessa visão mais regenerativa da estética. A influência dos tratamentos coreanos também trouxe muito essa preocupação com a regeneração, textura, viço e prevenção.
Para quem ainda tem preenchimentos faciais ou está pensando em fazer algum procedimento, qual seria o caminho mais seguro para alcançar um resultado bonito, rejuvenescido e natural, sem perder as características do próprio rosto?
Eu acho que o primeiro passo é entender que cada rosto tem uma necessidade diferente. Não é sair preenchendo tudo e nem sair retirando os preenchedores. Na minha clínica, a gente avalia o rosto como um todo e entende o que realmente precisa ser tratado. Muitas vezes, o melhor resultado vem de combinar tratamentos que melhoram a pele e estimulam colágeno com pequenas quantidades de preenchimento, quando realmente existe indicação.

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