No quarto trimestre, a taxa de informalidade dos brancos (32,2%) era menor que a de pretos (40,1%) e pardos Marcelo Camargo / Agência Brasil
Por outro lado, as Unidades da Federação com as taxas de informalidade mais baixas foram Santa Catarina (25,7%), Distrito Federal (27,1%) e São Paulo (29,7%).
No quarto trimestre, a taxa de informalidade dos brancos (32,2%) era menor que a de pretos (40,1%) e pardos (42,2%).
Quanto ao sexo, a informalidade era maior entre homens (39,2%) do que entre mulheres (35,5%). No total do Brasil, a taxa de informalidade foi de 37,6% no quarto trimestre de 2025.
Taxa de subutilização da força de trabalho
Também segunda a pesquisa do IBGE, no quarto trimestre de 2025, a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi mais elevada nos Estados do Piauí (27,8%), Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%).
Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).
Na média nacional, a taxa de subutilização foi de 13,4% no quarto trimestre de 2025.
Na média anual nacional, a massa de renda alcançou um recorde de R$ 361,743 bilhões em 2025. Em São Paulo, a massa de renda subiu ao ápice de R$ 102,946 bilhões. O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.560 em 2025.
Os maiores valores foram registrados no Distrito Federal (R$ 6 320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177), enquanto os menores ficaram com Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).
No ano de 2025, a taxa de desemprego média desceu ao piso histórico em 20 Unidades da Federação. No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego cravou a mínima histórica em 16 das 27 Unidades da Federação.

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