Pesquisa realizada com economistas é divulgada semanalmente pelo Banco CentralRafa Neddermeyer/Agência Brasil
Ao mesmo tempo, o mercado financeiro manteve a previsão de crescimento da economia e reduziu a expectativa para a taxa básica de juros (Selic) ao fim do ano.
Para 2027, a projeção da inflação foi mantida em 4,30%. Em 2028, a estimativa recuou de 3,80% para 3,79%.
PIB, Selic e dólar
Já a projeção para a Selic ao fim de 2026 caiu de 13,50% para 13,25% ao ano. Atualmente, a taxa básica de juros encontra-se em 13,75%. Para 2027, a estimativa foi mantida em 12% ao ano. Em 2028, permaneceu em 10,5%.
O mercado também reduziu a estimativa para o dólar para o fim de 2026, de R$ 5,20 para R$ 5,15. Para 2027, recuou de R$ 5,28 para R$ 5,26. Em 2028, permaneceu em R$ 5,30.
Copom
Na última ata do Comitê de Política Monetária (Copom), publicada em 22 de setembro, o colegiado avaliou que os efeitos dos juros elevados sobre o crédito e a demanda vêm se acumulando gradualmente, mas ressaltou que as expectativas de inflação permanecem acima da meta.
Dois dias depois, com a publicação do Relatório de Política Monetária (RPM), o BC reduziu de 2% para 1,8% a projeção de crescimento para a economia em 2026, reiterando a avaliação de que a inflação deverá encerrar o próximo ano acima da meta, apesar da desaceleração observada nos índices de preços nos últimos meses.
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