Douglas Ruas e Eduardo Paes disputam o segundo turno no RJ Reprodução/Redes sociais
Ao lado do deputado federal Altineu Côrtes (PL) e de Bruno Bonetti, um dos principais integrantes de sua equipe política, Ruas concentrou as atenções no processo que pode influenciar diretamente o resultado da eleição estadual.
Enquanto isso, o candidato do PSD, Eduardo Paes, iniciou a campanha do segundo turno com uma série de compromissos no interior do estado. Ao lado da candidata a vice-governadora, Jane Reis (MDB), ele visitou Comendador Levy Gasparian, município onde venceu a disputa no primeiro turno.
Durante a agenda, Paes voltou a defender que a eleição para o governo fluminense seja decidida no segundo turno. O candidato afirmou que os votos dados a Garotinho devem ser respeitados e que a população manifestou nas urnas a vontade de que a disputa continue até o dia 25 de outubro.
O candidato também apresentou propostas para a área da educação. Entre os compromissos anunciados estão a ampliação do ensino técnico em tempo integral, a expansão dos Ginásios Educacionais Tecnológicos (GETs) para todo o estado e a valorização dos profissionais da rede pública.
Paes ainda defendeu reajustes anuais para os servidores estaduais e a criação de programas de bonificação por metas, modelo que afirma ter adotado durante sua gestão na Prefeitura do Rio.
Após a visita a Comendador Levy Gasparian, o candidato seguiu para compromissos em Três Rios, Valença e Rio das Flores.
A disputa entre Douglas Ruas e Eduardo Paes está marcada para o dia 25 de outubro, mas o cenário eleitoral segue acompanhado de perto pelos candidatos diante das discussões judiciais envolvendo os votos de Anthony Garotinho.
Caso Garotinho
A manifestação ocorre um dia após Garotinho pedir a desistência do recurso que havia apresentado para tentar reverter a decisão que barrou sua candidatura.
Para o Ministério Público, a desistência pode ser aceita pela Justiça Eleitoral. No entanto, o órgão destacou que isso não altera a situação do ex-governador, já que o entendimento da Procuradoria continua sendo o de que ele não poderia ter disputado a eleição.
Na prática, o parecer afirma que, mesmo se o recurso fosse analisado pelo TSE, a conclusão seria a mesma: manter a candidatura indeferida.

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