Bahia - Eliminada nos pênaltis pela Holanda, neste sábado, na Fonte Nova, a Costa Rica fez uma campanha digna de aplausos nestaCopa do Mundo. Chegar às quartas de final já foi um resultado histórico, e em cinco partidas foram duas vitórias e três empates. Apoiado nos bons momentos no torneio, o atacante Joel Campbell optou por ver o lado bom ao invés de lamentar o fracasso.
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"Estou muito orgulhoso desse grupo, é uma família. Fizemos história. Quebramos muitas barreiras e estamos muito contentes. Vamos embora invictos e de cabeça erguida", disse o atacante, um dos destaques da campanha.
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"Isto é futebol. No outro dia passamos e hoje, não. Estamos muito contentes e vamos embora com a cabeça erguida. Jogamos contra três potências do mundo e nenhuma conseguiu ganhar. Depois com a Grécia, um campeão da Europa que também não conseguiu. Passamos do grupo da morte, calamos muitas bocas e caímos de pé", acrescentou o jogador, lembrando que a Costa Rica fechou o Grupo D na liderança, à frente de Inglaterra, Itália e Uruguai.
Destaque costarriquenho, Joel Campbell atribuiu à loteria das penalidades o motivo pela eliminação dos costarriquenhos, elogiou a frieza dos cobradores da Holanda e a opção pelo goleiro Krul.
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"A verdade é que eles pareciam mais frescos que nós. Nos pênaltis é uma roleta russa e eles ganharam. Colocaram Krul porque trabalha muito bem esse tipo de situação. Pegou dois pênaltis. Levou sua equipe à vitória", concluiu o atacante, citando o goleiro que entrou no fim da prorrogação e pegou duas cobranças na Fonte Nova.